TRANS[acto] #01 EM SONS DA CIDADE 2015 | 725 ANOS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

A abertura de TRANS[acto]#01, TRANSDISCIPLINARY ANTI-ARTISTIC GLOBAL PROJECT marcada para 20 de junho de 2015 pelas 21:30 (à 1H00) integra os programas SONS DA CIDADE e os 725 Anos das Comemorações da Universidade de Coimbra, porém a expo TRANS[acto]#01, 2015 decorre entre os dias 20 a 27 de junho das 21H30 à 1H00 da manhã (sempre no período noturno) e não até às 22H00 (como foi publicado no programa de SONS DA CIDADE).

DOWNLOAD DO PROGRAMA TRANS[acto] #01, 2015

DOWNLOAD DO PROGRAMA SONS DA CIDADE 2015

Consultar: TRANS[acto]

Consultar: UC725

“SONS DA CIDADE é uma iniciativa concebida para celebrar a inscrição da Universidade de Coimbra, Alta e Sofia, na lista de Património Mundial da UNESCO.

Na sua segunda edição, propõe a ideia de percurso sonoro pela cidade, ancorada na certeza de que escutar é uma forma de conhecer. No centro das atenções estará a riqueza e diversidade da dimensão imaterial do património, com especial destaque para as Repúblicas de Estudantes e para a Língua Portuguesa. Amplificando a vida quotidiana da Cidade, as suas atividades e hábitos, as múltiplas experiências e memórias, os SONS DA CIDADE projectam − através das VOZES dos seus habitantes, dos que estão de passagem e dos que vêm respondendo com generosidade ao nosso chamamento − as expectativas acerca do futuro.

O programa do SONS DA CIDADE tem início a 20 de junho, às 15h, com uma sessão no Museu Académico, dedicada ao Património Mundial Imaterial. Contará com a participação dos representantes de duas expressões culturais património da Humanidade: Sara Pereira, diretora do Museu do Fado (inscrito na lista em 2011) e Paulo Lima, diretor do Cante (o Cante alentejano foi inscrito em 2014). Será igualmente abordada a diferença entre Património Material e Património Imaterial, pela voz da secretária executiva da Comissão Nacional da UNESCO, Rita Brasil de Brito. Atentando na dimensão imaterial do património, a 2a edição do Sons da Cidade 2015 detém-se particularmente na VOZ. A VOZ é (também) instrumento de SOM. Enquanto símbolo da imaterialidade da memória identitária é, simultaneamente, elemento singular de cada indivíduo e meio de sociabilidade, ponto de encontro entre cada um e o mundo. Implica, pois, uma dimensão de expressividade pessoal tanto como de capacidade de saber escutar o outro. Da rebeldia à poesia, do grito ao rumor, entre a valorização e a subestimação, é de vozes dissonantes que vivem actualmente as Repúblicas de Estudantes de Coimbra. Património Imaterial da Humanidade, na Candidatura de Coimbra: Alta e Sofia, importa atentar nelas: dar-lhes o tempo e o espaço para se escutar e sentir a vibração das suas vozes. Seguindo sempre os passos e as indicações do Guarda Chaves, desde a Alta (Couraça dos Apóstolos) até à Baixa (R. Joaquim A. de Aguiar), contaremos com a participação ativa de 8 Repúblicas. Durante o caminho, a voz por vezes calar-se-á, para deixar que o silêncio se encha com o som dos passos a percorrer ruas antigas e as palavras fugidias dos seus habitantes.”

fonte do texto entre comas e da imagem destacada: http://uc725.uc.pt/evento/sons-da-cidade